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Bruxismo diurno atinge uma em cada cinco pessoas
Dores de cabeça, estalos na articulação localizada entre a mandíbula e o crânio, cansaço nos músculos do rosto, tensões musculares na face, pescoço e ombros, prejuízos aos ouvidos como o zumbido, desgaste excessivo e fratura dos dentes são apenas alguns dos sintomas do bruxismo, contração dos músculos de mastigação.
Segundo Gerson Köhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial, há dois tipos de bruxismo, o do sono e o da vigília (acontece durante o dia). "Dados divulgados em pesquisa recente indicam que o bruxismo diurno pode afetar uma em cada cinco pessoas, ou seja, 20% da população em geral têm bruxismo quando estão acordados", diz Köhler.
A pressão feita através do enrijecimento e contato entre as arcadas é comum, sendo que 60% das pessoas fazem esse movimento de uma a duas vezes por hora de sono. Mas quem sofre com o bruxismo do sono movimenta três vezes mais as mandíbulas, com mais movimentação e com intensidade mais forte.
Dos que sofrem com o problema, 14% são crianças, 8% adultos e 3% pessoas com idade superior a 60 anos. O uso de placas interoclusais, tratamentos odontológicos, ortodônticos e exercícios físicos são alguns dos tratamentos aconselhados por profissionais.
A informação foi publicada pelo jornal Zero Hora. Para ler a matéria na íntegra, acesse http://zerohora.clicrbs.com.br
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